No último final de semana, aconteceu no Maksoud Plaza, em São Paulo, a terceira edição do Agile agile_trends_2015Trends. Inspirado no Agile Brazil, o “Trends” é uma excelente oportunidade de atualizar-se sobre as novas tendências e observar o mercado, num formato mais intimista. Esse clima é o que faz com que o networking e a troca experiências sejam muito proveitosas no evento que este ano teve um público bem eclético que vinha de todos os cantos do país. 

No primeiro dia, tivemos a excelente keynote de abertura de Luli Radfahrer “Inteligência por suicídio artificial”. Outras talks de destaque foram “Negócios baseados em tecnologia”, de Marco Migliavacca;  “Pare de estimar e comece a medir”, de Marcelo Luís Walter; “Da cultura ágil para sua própria cultura”, de Rafael Cichini; Cost of Delay: Comunicando o impacto do tempo no valor, de Rodrigo Yoshima; Tangibilizando o impacto financeiro do que fazemos, de Henrique Bastos; e a dinâmica “Direto ao Ponto: Criando e Evoluindo o MVP”, de Paulo Caroli.

No segundo dia, tivemos a brilhante keynote “Desenvolvimento ágil e pensamento exponencial. E eu com isso?”, do professor Marcos Cavalcanti. E destaque para as palestras: “Princípios da psicologia e o desenvolvimento de software”, de Natalia Arsand; “Global Agile UX: Trabalhando com equipes distribuídas em três continentes”, de Pedro Belleza; e ainda o Fishbowl sobre busca de produtividade e inovação mediado por Matheus Hadad.

O evento teve ainda dois momentos interessantes: a “One Minute Talk” aberta a todos os participantes e a homenagem póstuma a Luca Bastos, com o troféu que leva seu nome e premia as melhores talks de acordo com a preferência do público.

O que deu para perceber nesta edição do evento é que, no Brazil, o Agile está saindo do underground e está entrando com mais facilidade em empresas maiores e mais conservadores como bancos e órgãos governamentais. O discurso de que é necessário mudar o pensamento e ter um novo modelo de gestão para sobreviver às novas empresas e às novas pessoas já foi percebido por muitos. Como mencionou o professor Marcos Cavalcanti: “As empresas não se darão mal por fazer a coisa errada, mas por fazer a mesma coisa durante muito tempo”.

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A Just Digital, além de patrocinadora, compareceu em peso ao evento, com quase 1/3 dos colaboradores presentes e com a trend talk do CEO Rafael Cichini.

Veja alguns materiais do evento (novos links serão adicionados aqui):

Da cultura ágil para sua própria cultura

Como influenciar sua equipe para ser excelente com medo, vergonha, empatia e outras técnicas

A nova organização: Tecnologia

Agile Tester 3.0

A Startup de 1500 funcionários

Princípios da psicologia e o desenvolvimento de software

Global Agile UX: Trabalhando com equipes distribuídas em três continentes