O que é empatia e como ela pode trazer grandes resultados para o seu negócio?

Publicado em 06 de agosto de 2018 às 16:57

Aposto que em algum momento da sua vida pessoal ou profissional, você ouviu algo sobre empatia. Entre o final do século 20 e começo do século 21, as habilidades relacionadas a aspectos de personalidade começaram a ganhar cada vez mais importância no mercado de trabalho.


Pessoas comunicativas, que sabem lidar com diversos tipos de profissionais, criativas e dedicadas a sempre realizar um bom trabalho são tão ou até mais valiosas comparadas com aquelas que tem apenas um nível de QI avançado e muito conhecimento técnico.

 

Dentre estas habilidades interpessoais, a empatia tem um destaque importante. Em resumo, a definição comum e útil da empatia é a capacidade do indivíduo de se colocar no lugar do outro, ou seja, tentar entender os sentimentos deste para, assim, compreender as suas atitudes, por exemplo. Por meio da empatia, conseguimos nos conectar com os outros para perceber como eles estão se sentindo sobre seu problema, situação ou circunstância.


No ambiente corporativo, um profissional empático tem melhor discernimento para lidar com determinadas situações, como negociações, condução de reuniões e apresentações e para os gestores, como delegar responsabilidades e motivar os colaboradores considerando suas características, ideias e sentimentos.

 

Mas, a empatia não significa apenas colocar-se no lugar do outro. Podemos ampliar tal significado para chegar ao calcanhar de Aquiles de muitas empresas: a falta de comunicação e desenvolvimento de talentos. A empatia organizacional só é possível com uma comunicação personalizada e eficiente. Afinal, como compreender o outro e extrair-lhe o melhor, sem ter um meio de se comunicar com ele?

 

Você já se perguntou quantas oportunidades a sua empresa oferece para você expor suas ideias, dúvidas e ambições? Como promove o diálogo entre as pessoas? Em que pilares baseia a gestão de equipes e lideranças? As respostas para essas questões mostram não somente o nível da empatia organizacional nas empresas, como também pontos importantes para evolução do modelo de negócio.

 

Isso porque, quando trabalhamos em modelos de negócios colaborativos, conseguimos linkar mais facilmente aptidão, comportamento e reação das pessoas com suas vivências.

 

Estamos em uma fase em que cada um precisa ser compreendido dentro de seu contexto, que inclui não somente o que está nos currículos, mas também a estrutura familiar, valores e itens ainda mais subjetivos.

 

Porém, infelizmente, a maioria das organizações ainda engatinha quando o assunto é empatia organizacional. De um lado, existe a ideia equivocada de que ser empático é “passar a mão na cabeça” dos menos favorecidos em determinadas situações. De outro lado, há o entendimento da empatia como a habilidade de tratar o outro como você gostaria de ser tratado.

 

O viés principal dessa discussão é saber como o outro gostaria de ser tratado. É valiosa, portanto, a percepção dos gestores sobre o universo de cada membro de sua equipe.

 

Eis, portanto, o xis da questão: a empatia organizacional é um diferencial na gestão de negócios, pois consegue identificar perfis certos para liderança, além de antecipar conflitos e reter talentos. É também o caminho para uma comunicação de grande alcance e clareza no ambiente corporativo.

 

O grande desafio aqui é saber como uma empresa pode desenvolver essa habilidade em seus profissionais. Mas, essa simples pergunta pode render muitas respostas! O início, sem dúvida, fazer parte de uma mudança cultural que prioriza a colaboração e promove a comunicação em diversas vias.

 

Existe no mercado, muitas ferramentas e técnicas de gestão para incentivar um maior

envolvimento entre as pessoas e, consequentemente, testar a empatia e o equilíbrio emocional.

 

Quando trabalhamos com modelagem de negócios, por exemplo, usamos a abordagem Design Thinking que tem entre seus princípios está a empatia. Pensar como o cliente/usuário para criar algo relevante ou entender o impacto de certas mudanças na vida de um colega são alguns exemplos práticos desse trabalho.

 

Aqui na Just by Verity Group, aplicamos isso em todas as áreas de trabalho e buscamos sempre, ouvir e extrair o melhor do nosso time. E como a sua empresa lida com o relacionamento interpessoal? Compartilhe experiências interessantes sobre o assunto.

 

Fique atento aos próximos conteúdos envolvendo empatia e Design Thinking.